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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Record termina cidade cenográfica de “Escrava Mãe”

 
 A próxima trama da Record, “Escrava Mãe”, que sucederá “Os Dez Mandamentos” no horário, já tem cidade cenográfica.

A cidade que servirá de cenário para a novela de Gustavo Reiz foi construída em Rio Claro, em São Paulo, e foi erguida próxima a uma fazenda no município, como informa Patrícia Kogut. O elenco vai ficar baseado em Campinas, para também gravar nos estúdios de Paulínia.
 Thais Fersoza, a vilã Maria Isabel, no teste de cabelo e maquiagem
Thais Fersoza, a vilã Maria Isabel, no teste de cabelo e maquiagem

Foto: Fábio Trindade/ AAN
A atriz Milena Toscano será Filipa, filha de um poderoso coronel
A atriz Milena Toscano será Filipa, filha de um poderoso coronel
O diretor da produção, Ivan Zettel, que dirigiu também “Plano Alto” e “Dona Xepa”, está fazendo “stock-shots” em praias do litoral paulista. “Stock-shots” são planos de imagem que contextualizam onde a trama se passa e que são exibidas entre cenas, funcionando como uma espécie de “vírgula visual”, dando um pequeno intervalo que muitas vezes serve para que a obra passe de uma cidade para outra sem que o telespectador se confunda.


 No elenco, um cidadão piracicabano
Roger Gobeth (foto) nasceu em São Paulo, porém se mudou para Piracicaba com 1 ano e viveu por lá até os 17, tendo ganhado o título de cidadão piracicabano da Câmara Municipal. “E mesmo assim nunca tinha vindo a Paulínia. E nada mais correto e certeiro do que essa aposta da Record de vir beber na fonte. Se a novela é rural, do interior, nada melhor do que fazer no interior. Aqui temos o luxo de ter uma estrutura como essa do polo, que agora já podemos chamar de telecinematográfico”, diz.

Em Escrava Mãe, Gobeth será Guilherme, irmão de Filipa (Milena Toscano). Só que, ao contrário dela, ele é um escravocrata. “Eu sou dessa família que ninguém sabe o que aconteceu com a mãe. O Guilherme é o braço direito do pai, o coronel Quintiliano (Luiz Guilherme), que trata os escravos muito mal. Mas a grande história dele é se apaixonar pela Teresa, filha do coronel que é o maior inimigo deles.” (FT/AAN)
Primeiras gravações serão em São Paulo 
Em junho, produção passa a ser feita em Rio Claro e Paulínia

As gravações de Escrava Mãe, o folhetim escrito por Gustavo Reiz e dirigido por Ivan Zettel, acontecerão primeiro em São Paulo, nos estúdios da Casablanca, produtora responsável pela novela em parceria com a Record. Lá, foi montada a estrutura de um navio negreiro para mostrar a primeira fase da trama, quando os escravos foram trazidos para o Brasil. Depois, no começo de junho, tudo passa a se concentrar em Paulínia e na Fazenda Santa Gertrudes, em Rio Claro, mesmo local onde Escrava Isaura foi rodada em 2004. Até lá, é preciso criar cada detalhe dos 35 personagens que circularão pelo folhetim.

“Esse é o primeiro teste de cabelo e maquiagem. Não tem como não ficar ansiosa”, disse Thais Fersoza, enquanto duas cabeleireiras faziam cachos em seus lisos cabelos escuros. Na trama, ela será Maria Isabel, filha do coronel Custódio de Avelar (Antonio Petrin), dono do Engenho do Sol e da escrava Juliana, que foi criada junto com ela e sua irmã Teresa (Roberta Gualda).

“Estamos no começo de tudo, no início do processo, fazendo as primeiras leituras, ainda não vi nada de caracterização. Só hoje (quinta-feira) a gente começa a ver o rostinho de cada um, o que facilita bastante na hora de construir a personagem.”
Thais, que estava afastada das telinhas desde o fim de Dona Xepa, em setembro de 2013, também da Record, se prepara para ser odiada pelo público, já que ela será uma das vilãs da história.

“É incrível poder fazer uma vilã de época, porque não se usa muito dos gestos, mas do olhar, da frieza. E agora, com a leitura então, fica melhor ainda, porque a gente começa a se ouvir e se conhecer melhor. Posso adiantar que vem muita maldade por aí porque a Maria Isabel é uma vilã muito firme. Diferentemente de Dona Xepa, quando fiz uma vilã mais debochada, aqui ela vai mais para o lado cruel. E ela é bem cruel.”

Milena Toscano é o oposto de Thais em Escrava Mãe. A atriz, que estava na Globo desde 2007 mas não teve o contrato renovado após participar de Malhação no ano passado, assinou com a Record para ser Filipa, filha de um poderoso coronel (Luiz Guilherme) que vai batalhar pelos direitos dos escravos, mesmo o pai sendo totalmente escravocrata.

“Posso dizer que ela é a pessoa mais moderna dessa novela”, contou, aos risos, ao Caderno C. “Ela é uma menina à frente do seu tempo, totalmente abolicionista. Ela não entende a escravidão, ela é amiga de escravos. Só que ela vai ter uma relação incrível com o pai também porque ela cresceu sem a figura da mãe. E existe todo um mistério na novela sobre o que aconteceu com essa mãe, tanto que ela está no processo de tentar descobrir o que.”

Novela de época, aliás, não é novidade para a atriz. “Teve uma época que eu só fazia época”, diverte-se. “Só depois me colocaram na modernidade”, completou. Entre os trabalhos, ela destaca Eterna Magia e Amazônia, ambas em 2007, na Globo, e Os Ricos Também Choram (2005), no SBT.

“Dá mais trabalho só que é mais gostoso. É um período mais bonito, e é um personagem mais longe de todos nós. As pessoas assistem novelas para sair um pouco da realidade, e a novela de época traz o desconhecido de uma maneira mais forte. E tudo é diferente, o jeito de falar, as roupas, o cabelo.”

Maculelê


Milena, antes de receber a reportagem, tinha feito sua primeira aula com o professor Rato (Claudinei Piai) de Maculelê, dança de bastões da mesma família da capoeira (já que sua personagem jogará com os escravos), e fez questão de mostrar o vídeo com seus novos dotes. “Juro que foi a primeira aula, mas já deu para sair alguma coisa, concorda?”, questionou, orgulhosa. (Fábio Trindade/Da Agência Anhanguera)
Foto: Fábio Trindade/AAN
A atriz Gabriela Moreyra e o ator português Pedro Carvalho em um dos camarins do Polo em Paulínia
A atriz Gabriela Moreyra e o ator português Pedro Carvalho em um dos camarins do Polo em Paulínia

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